sábado, 8 de dezembro de 2012

Psicólogos Unidos contra a Falta de Moralidade no CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA

Para os psicólogos do conhecimento dos Senhores, favor encaminhar esta mensagem.


Caros colegas psicólogos, paz.

Os psicólogos Luciano e Álvaro, do DF, protocolaram uma representação junto ao MPF em Brasília e eu e o Marcius, no Rio. Seria muito bom se mais psicólogos também protocolassem este documento no MPF em todo o Brasil. Mais psicólogos também do DF e Rio poderão fazê-lo. Pode ser um psicólogo ou mais de um. Quanto mais psicólogos protocolarem este documento, melhor.

O que ocorre é que o CFP e Regionais, vem trabalhando de forma irregular durante todos estes anos e as Resoluções que vem criando são irregulares, além do seu próprio processo eleitoral. Eles vem criando normas ao longo dos anos, acrescentaram o número de conselheiros nas eleições, estão extrapolando de suas atribuições em diversas áreas, e a lei que criou a autarquia não permite isso. Por esta razão, eles resolveram protocolar um projeto de lei, que está tramitando no Congresso Nacional para regularizar todas as suas atividades, pois eles mesmos já se deram conta das suas irregularidades. Precisamos trabalhar para que este projeto não seja aprovado como está e é o que temos feito em Brasília.

Vários psicólogos já estão movendo ações contra as Resoluções do CFP por serem irregulares e também alguns já ganharam na justiça quando recorreram às punições recebidas.

Está na hora da categoria se organizar contra este Conselho Profissional, que irá se reunir este mês, num Congresso às custas da categoria, para criar mais uma Resolução contra a classe profissional, já do nosso conhecimento.

Em anexo, o modelo da representação para ser protocolada.

Precisamos fazer isto para tentar impedir ou tornar nula a realização do evento, antes do dia da sua realização. Estimule o máximo de psicólogos a protocolarem no MPF-Ministério Público Federal tal representação, no início da semana que vem. Não há qualquer custo ao protocolar tal documento no MPF. O seu trabalho será preencher o formulário e uma pessoa ir protocolar no MPF. Este doc já foi examinado por um advogado no Rio que o considerou muito bem redigido.

No mais, é pedir a Deus para nos abençoar.

Um abraço e a paz.
Rozangela
 
 
 
Ao Excelentíssimo Senhor Procurador-chefe da Procuradoria da República no...............(seu estado):
 
.................................., Psicólogo, portador do documento de identidade com o RG nº ......................., inscrito no CRP............., residente e domiciliado .............., preocupado com o uso político da máquina administrativa do CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA e o desvirtuamento de suas finalidades legais, vêm mui respeitosamente à presença de V. Exa., apresentar REPRESENTAÇÃO contra os gestores da referida autarquia, com base no art. 5º, inciso XXXIV, alínea “a” da Constituição Federal, na Lei nº 5.766 de 20 de dezembro de 1971 e no Decreto nº 79.822, de 17 de junho de 1977, requerendo, SMJ, as providências sugeridas ao final, pelos motivos expostos a seguir:
I- A ALTERAÇÃO DO PROCESSO ELEITORAL DOS CONSELHEIROS FEDERAIS
  1. A eleição para o Conselho Federal de Psicologia está disciplinada pela Lei nº Lei nº 5.766 de 20 de dezembro de 1971 e pelo Decreto nº 79.822, de 17 de junho de 1977.
  2. De acordo com a Lei nº 5.766 de 20 de dezembro de 1971 a eleição para o Conselho Federal de Psicologia se dá nos seguintes termos, in verbis:
Art. 21. A Assembleia dos Delegados Regionais compete, em reunião previamente convocada para esse fim e por deliberação de, pelo menos 2/3 (dois terços) dos membros presentes:
 
a)     eleger os membros do Conselho Federal e respectivos suplentes;
...
 
  1. O Decreto nº 79.822, de 17 de junho de 1977 também é taxativo quanto à eleição dos membros do Conselho Federal de Psicologia pela Assembleia dos Delegados Regionais, e estabelece prazos, in verbis:
Art. 31. Os membros do Conselho Federal serão eleitos pela assembleia dos Delegados Regionais, que se reunirá ordinariamente no período compreendido entre 45 (quarenta e cinco) e 30 (trinta) dias de antecedência, em relação à data de expiração do mandato.
Parágrafo único. A assembleia será convocada pelo Presidente do Conselho Federal com antecedência de 30 (trinta) dias, em relação à data da realização da eleição.
 
  1. Em 1º de julho de 2000, porém, o Conselho Federal de Psicologia aprovou, mediante a Resolução 002/2000, a criação de um Regimento Eleitoral que introduziu a figura da “Consulta Nacional” como processo alternativo  para a eleição dos conselheiros federais, em grave afronta ao disposto em normas hierarquicamente superiores, a saber, a Lei nº 5.766 de 20 de dezembro de 1971 e o Decreto nº 79.822, de 17 de junho de 1977.
  2. Assim, de modo flagrantemente ilegítimo, a Resolução CFP 002/2000 produziu inovações no ordenamento jurídico, alterando não só o processo eletivo como também o quantitativo de seus conselheiros, que passou de 9 (nove) para 11 (onze). In verbis:
 
  1. Desse modo, desde o ano 2000 as eleições para conselheiros federais são realizadas sob a forma de “Consulta Nacional” e não por meio de sufrágio da Assembleia dos Delegados Regionais, como previsto nos diplomas legais.
 
II- A CRIAÇÃO ILEGAL DA ASSEMBLEIA DAS POLÍTICAS, DA ADMINISTRAÇÃO E DAS FINANÇAS (APAF) COM USURPAÇÃO DE COMPETÊNCIAS ESTABELECIDAS EM LEI
  1. Nem na Lei nº 5.766 de 20 de dezembro de 1971, nem tampouco no Decreto nº 79.822, de 17 de junho de 1977, existe previsão legal para a existência da, assim denominada, ASSEMBLEIA DAS POLÍTICAS, DA ADMINISTRAÇÃO E DAS FINANÇAS (APAF);
  2. A despeito disso, em 18 de setembro de 1998, a então gestão do Conselho Federal de Psicologia editou e aprovou a Resolução nº 010/98, instituindo uma nova instância deliberativa na estrutura do Conselho Federal de Psicologia, sob a designação de “ASSEMBLEIA DAS POLÍTICAS, DA ADMINISTRAÇÃO E DAS FINANÇAS” (APAF) atribuindo-lhe competências que são exclusivas da Assembleia dos Delegados Regionais e das Assembleias Gerais dos Conselhos Regionais (Lei nº 5.766 de 20 de dezembro de 1971). Vejamos:  
Art. 2º - Compete à Assembleia das Políticas, da Administração e das Finanças:
I - aprovar o Regimento Interno do Conselho Federal de Psicologia;
II - aprovar o seu Regimento Interno;
III - propor diretrizes para os orçamentos dos Conselhos Federal e Regionais de Psicologia;
IV - aprovar o orçamento do Conselho Federal;
V - apreciar e aprovar a prestação de contas do Conselho Federal, propondo as verificações e auditagens que se fizerem necessárias;
VI - deliberar sobre questões de interesse da Entidade no âmbito administrativo e financeiro;
VII - fixar parâmetros para a cobrança da anuidade;
VIII - aprovar o Regimento Eleitoral;
IX - deliberar sobre a intervenção nos Conselhos Regionais;
X - deliberar sobre a aquisição e alienação de bens imóveis do Conselho Federal;
XI - acompanhar a execução das deliberações políticas do Congresso Nacional da Psicologia;
XII - acompanhar a execução regional das políticas aprovadas nos Congressos Nacionais da Psicologia;
XIII - estabelecer critérios e diretrizes para a organização da estrutura administrativa da Autarquia. (o destaque é nosso)
 
 
  1. Como se não bastasse, o Regimento Interno da ASSEMBLEIA DAS POLÍTICAS, DA ADMINISTRAÇÃO E DAS FINANÇAS (APAF), posto em vigor pela Resolução CFP nº 010/98, criou critérios para votação que não estão expressos nos diplomas legais que regulamentam o funcionamento do Conselho Federal de Psicologia.
  2.  De acordo com Decreto nº 79.822, de 17 de junho de 1977 a Assembleia dos Delegados Regionais é assim constituída, verbis:
Art. 16. A Assembleia dos Delegados Regionais será constituída por 2 (dois) delegados eleitores de cada Conselho Regional.
  1. Como se percebe, o Decreto nº 79.822/77 assegura que na Assembleia dos Delegados Regionais cada Conselho Regional de Psicologia seja igualmente representado com um número de dois votantes.
  2.  Contrariando esse mandamento, o Regimento Interno da ASSEMBLEIA DAS POLÍTICAS, DA ADMINISTRAÇÃO E DAS FINANÇAS (APAF), além de acrescentar 3 (três) representantes oriundos do próprio Conselho Federal de Psicologia, cria alterações que beneficiam os Conselhos Regionais com maior quantitativo de psicólogos inscritos, o que confere maior representatividade àqueles que, coincidentemente, possuem um histórico de aliança política-ideológica com os atuais gestores do Conselho Federal. Toda essas manobras administrativas, por ilegítimas que são, acabam proporcionando  supremacia numérica a grupos hegemônicos que se encontram há mais de 20 anos no poder. In verbis:
Art. 3° - A Assembleia das Políticas, da Administração e das Finanças é constituída por 3 (três) representantes do Conselho Federal de Psicologia e por representantes dos Conselhos Regionais, todos conselheiros indicados pelas respectivas Plenárias a cada convocação, de acordo com os seguintes critérios:
I - até 3.000 profissionais: 1 representante;
II - de 3.001 a 10.000 profissionais: 2 representantes;
III - acima de 10.000 profissionais: 3 representantes.
§ 1° - O critério estabelecido no caput deste artigo, somente poderá ser alterado por deliberação do Congresso Nacional da Psicologia.(o destaque é nosso)
...
  1.  Desse modo, a ASSEMBLEIA DAS POLÍTICAS, DA ADMINISTRAÇÃO E DAS FINANÇAS (APAF) passou a deliberar no lugar da Assembleia dos Delegados Regionais e, de forma autocrática, vem usando a máquina administrativa e financeira para promover diretrizes e ações diversas de sua missão institucional e completamente estranhas interesses específicos da Psicologia enquanto ciência e profissão. Nesse sentido, são cada vez mais comuns, na autarquia federal, posicionamentos públicos de viés político e ideológico (vide artigos em anexo), que não só ferem o princípio da impessoalidade na administração pública, como contrariam frontalmente o próprio Código de Ética da profissão:
Art. 2º – Ao psicólogo é vedado:
 
b) Induzir a convicções políticas, filosóficas, morais, ideológicas, religiosas, de orientação sexual ou a qualquer tipo de preconceito, quando do exercício de suas funções profissionais;
 
  1.  Assim, a autarquia federal, por meio de resoluções, vem desvirtuando sua função regulamentadora e exorbitando o poder fiscalizador para cercear o livre exercício da profissão e manifestação do pensamento científico (vide documentos em anexo), com o objetivo de criar um alinhamento forçado em torno de suas convicções ideológicas.
 
III- A CRIAÇÃO ILEGAL DO CONGRESSO NACIONAL DE PSICOLOGIA COMO ÓRGÃO DELIBERATIVO COM USURPAÇÃO DE COMPETÊNCIAS ESTABELECIDAS EM LEI       
  1. O Decreto nº 79.822, de 17 de junho de 1977 em seu art. 38 é claro em apontar o único órgão deliberativo do Conselho Federal de Psicologia, in verbis:
Art. 38. Os Conselhos Federal e Regionais terão, cada um, como órgão deliberativo o Plenário, constituído pelos seus membros, e como órgão executivo a Presidência e os que forem criados para a execução dos serviços técnicos ou especializados indispensáveis ao cumprimento de suas atribuições.
  1.  A despeito disso, em 1º de setembro de 1996, apenas por indicação do chamado II Congresso Nacional de Psicologia, a então gestão do Conselho Federal de Psicologia, instituiu na estrutura do colegiado o denominado “Congresso Nacional de Psicologia”, dotando-o de prerrogativas que são exclusivas do Plenário, conflitantes com o art. 38 do Decreto nº 79.822, de 17 de junho de 1977, in verbis:
Capítulo III – Das Instâncias Deliberativas Nacionais
(Seção I) – Do Congresso Nacional de Psicologia
(Art. 24) – O Congresso Nacional da Psicologia é a instância máxima de caráter deliberativo, responsável por estabelecer diretrizes políticas para a atuação da Autarquia para o triênio subsequente à sua realização, devendo se realizar a cada três anos. (o destaque é nosso)
 
  1.  Resta comprovado que as diversas alterações efetivadas na estrutura e no funcionamento do Conselho Federal de Psicologia, cujos impactos se fazem ressentir no desvio de suas funções, transcorreram, todas elas, à margem da legislação em vigor.
 
IV- DO PEDIDO
Ante o exposto, sugerem os representantes, s.m.j., sejam adotadas as seguintes providências:
 
a)    Que seja cancelada, de imediato, por absoluta falta de legitimidade, a próxima ASSEMBLEIA DAS POLÍTICAS, DA ADMINISTRAÇÃO E DAS FINANÇAS (APAF), a ser realizada nos dias 15 e 16 de dezembro do corrente, na sede do Conselho Federal de Psicologia situada no Setor de Administração Federal Sul, Quadra 2, Bloco B, Edifício Via Office, Térreo.
b)    Que o processo eleitoral e representativo no Conselho Federal de Psicologia observe fielmente o disposto na Lei nº 5.766 de 20 de dezembro de 1971 e do Decreto nº 79.822, de 17 de junho de 1977,
c)    Que todas as alterações levadas a efeito na estrutura e no funcionamento do Conselho Federal de Psicologia sejam decretadas nulas de direito, de forma a que se restaure a normalidade jurídica no âmbito da autarquia federal.
 
 
 
Local, ..... de............ de 20....
 
 
 
________________________                               ________________________                                                                   
        CRP                                                                CRP
 
 
 
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quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Aberrações dos Conselhos de Psicologias, a cada dia menos ciência séria e mais política esquerdista e sofística do homossexualismo! Depois desta loucura e iniquidade, virá a luta pela pedofilia (intimidade inter-geracional) e o incesto. Um abismo chama outro abismo!


Para psicólogos, transexualismo não é doença

CAROLINA DE ANDRADE
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA


A visão do transexualismo como doença é controversa. Uma ação mundial tenta retirá-lo dos manuais de doenças da OMS e da Associação Americana de Psiquiatria.


A campanha "Stop Trans Patologization" ["Parem de patologizar os trans"] tem o apoio, aqui, do Conselho Federal de Psicologia. Segundo a psicóloga Ana Ferri de Barros, que coordena a comissão de sexualidade e gênero do conselho paulista, o acesso à cirurgia de mudança de sexo pelo SUS não deveria depender do diagnóstico.

"Defendemos a despatologização das identidades 'trans' e também o acesso universal à saúde", diz.

É também a posição da cientista social Berenice Bento, professora da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. "Não há exame que ateste a transexualidade [termo usado por quem é contra a patologização]."

Para Bento, gênero é construção social e o diagnóstico do transtorno na infância, absurdo: "Quem precisa de tratamento são os pais".

Já na visão do psicanalista Roberto Graña, o transtorno deve ser tratado como uma perturbação no desenvolvimento. Ele considera o transexualismo uma recusa em aceitar o real, o sexo biológico e, portanto, uma doença. Diz ainda que tratamentos hormonais são inúteis e perigosos na juventude.

A psicanalista e colunista da Folha Anna Veronica Mautner afirma ser "muito difícil" estabelecer limites entre as origens do distúrbio, hormonais, comportamentais ou de outra ordem. "Cada caso é um caso."

http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/1187740-para-psicologos-transexualismo-nao-e-doenca.shtml




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quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Psicólogos querem direito de ter confissão de fé na identidade profissional


 Psicólogos querem direito de ter confissão de fé na identidade profissional
A Psicóloga Marisa Lobo, Presidente da ASSOCIAÇÃO DE PSICÓLOGO E PROFISSIONAL PRÓ FAMILIA (ACPPF), recém-criado pra defender direitos  de profissionais, bem como proteger a família biológica natural tradicional, e orientar profissionais em sua liberdade de crença e de expressão, que é Cristã protestante (evangélica), e tem sido conhecida como a psicóloga que está sofrendo processo ético por  negar retirar de suas redes sociais referencia que faz a DEUS, e sua fé; e  o PSICÓLOGO de Brasília especialista em direitos Humanos Luciano Garrido Católico Apostólico Romano estão requerendo direitos de constar sua identidade religiosa na carteira  PROFISISONAL de psicólogo, e Juntos divulgando e fazendo conhecer aos psicólogos que este é um direito legítimo.
 
Esta semana entregaram um requerimento formal junto ao conselho de psicologia de seus estados, Marisa Lobo que já havia questionado o Conselho regional sobre esta possibilidade e ainda não obtendo resposta esta semana seguindo o exemplo de Luciano Garrido entregou novamente o pedindo por meio de requerimento formal, e esperam resposta bem como represálias já que o conselho federal de psicologia tem se mostrado relutante em aceitar discutir direitos de religião aos profissionais de psicologia.
 
Para Luciano Garrido, que já vem denunciando os desmando do conselho de psicologia, e que recentemente foi chamado ao conselho para dar explicações por suas declarações contra atitudes que considera usurpação de poder,
 
Luciano foi um dos primeiros psicólogos a concordar com a posição da psicóloga Marisa Lobo e apesar de sua luta não ser religiosa dentro dos questionamentos que faz contra o conselho, após a perseguição contra Marisa Lobo resolveu manifestar sua fé e como  profissional  também quer ter  direito de ter os mesmo direitos dado aos homossexuais, que tem em sua carteira de identidade seu nome social direito concedido pelo conselho de psicologia isonomia é o que defende, e liberdade religiosa..
 
Para a psicóloga Marisa Lobo, além desse direito, diz “meu paciente também tem o dele de escolher o profissional, sabendo de qual religião pertence se for da vontade do profissional deixar isso explícito”. Estamos inseridos em uma sociedade Cristã, e  como clínica não posso negar que meus pacientes se sentem confortáveis ao saber que sou Cristã creio este ser um direito dele.
 
É impossível não ser influenciado  pelo seu terapeuta 100%, e creio que o paciente, sabendo de minha fé, ainda que no setting terapêutico, não faça referência, será produtivo meu paciente se sentirá seguro, pois se ele me procura tem que saber quem sou eu, e minha fé é minha identidade. Se há uma seleção ai, talvez sim, mas não eu quem me procura o que é um direito do meu paciente.
 
Muitos pacientes procuram sim, seus terapeutas pela confissão de fé, até mesmo os sem religião, não podemos negar esta verdade, tanto que existe associação Brasileira de psicólogos espiritas, budista, parapsicólogos etc., só querem deixar de ser hipócritas e assumir de forma legal nosso direito para não sermos perseguidos, isso não quer dizer que induzirei quais quer convicções dentro do meu consultório, porém de certa forma protege o profissional de futuras armadilhas.
 
Abaixo segue o requerimento elaborado por Luciano Garrido e divulgado pela Psicóloga em seus sites e redes sociais. Marisa Lobo esclarece que este requerimento foi entregue ao deputado Marco Feliciano, que transformará em projeto de lei, e ou indicação legal para estender esse direito a todos os profissionais que assim desejarem.
 
Marco Feliciano, que está defendendo a psicóloga Marisa Lobo, juntamente com a frente parlamentar, acredita ser este um dos meios legais para se requerer direitos, “se”, foi dado direto civil ao travesti, de colocar em sua carteira profissional seu nome social, tem que ser dado igualmente direito àqueles que desejarem que conste sua confissão de fé e como parlamentar, tenho a obrigação de lutar legalmente para que esse direito seja legitimado ao profissional não somente ao psicólogo, mas a todo e qualquer profissional, pois não podemos esquecer que vivemos em um país laico e professar sua fé e expô-la é direito constitucional, argumenta deputado Feliciano.
 
 
 
AO PRESENTE CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA DO PARANÁ 8ª REGIÃO.
 
Eu, ........................, estado civil................, psicóloga(0), inscrita no CRP ...... sob o nº ........., CPF .......... Residente e domiciliado a Rua ......... bairro .......cidade ........ estado........ Respeitosamente venho requerer direitos civis de profissional como se segue.
 
Venho Através deste requerimento esclarecer e informar que:
 
CONSIDERANDO o direito a livre manifestação da crença religiosa, previsto na declaração universal de direitos humanos, no seu artigo XVIII.
 
CONSIDERANDO o direito à cidadania e o princípio da dignidade da pessoa humana, previstos no artigo 1º,inc.I e III da constituição Federal de 1988;
 
CONSIDERADO que ninguém pode ser privado de direitos por motivo de crença religiosa, conforme Art 5º, inciso VIII, da constituição Federal de 1988.
 
CONISDERANDO o dispositivo na lei nº 6.206/75, a qual dá valor de documento de identidade ás carteiras expeditas pelos órgãos fiscalizadores de exercício profissional;
 
CONSIDERANDO que nos termos do artigo 14 da lei nº 5.766/71 e art 47 do decreto nº 79.822/77 e art 47 da resolução CFP nº 003 /2007, o documento de identificação do psicólogo é a carteira de identidade profissional;
 
CONSIDERANDO que o artigo 47 do Decreto nº 79.822/77 estabelece que deferida a inscrição será fornecida ao psicólogo carteira de identidade profissional, em que serão feitas anotações relativas á atividade do portador;
 
CONSIDERANDO decisão do plenário do Conselho Federal de Psicologia do dia 17 de Junho de 2011, e
 
CONSIDERANDO A resolução 14/2011, que dispõe sobre a inclusão do Nome Social no campo “observação” da carteira de identidade profissional do psicólogo e da outras providências .
 
Dessa forma , requer a este Conselho que assegure o direito á manifestação de minha crença religiosa, autorizando que a denominação “Cristã Protestante” conste no campo “observação” da minha Carteira de Identidade Profissional de Psicólogo , pois é desta maneira que sou reconhecida em minha comunidade e em minha inserção social. A identidade religiosa merece tratamento isonômico frente a outras formas de Identidade.
 
Termos em que
 
Pede deferimento
 
Cidade , data 2012
 
Assinatura
 
CRP. .......

Fonte: http://www.guiame.com.br/noticias/colunistas/marisa-lobo/psicologos-querem-direito-de-ter-confissao-de-fe-na-identidade-profissional.html

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terça-feira, 2 de outubro de 2012

CONVOCAÇÃO DE TODOS PSICÓLOGOS PRÓ-FAMÍLIA, ASSISTENTES SOCIAIS E EDUCADORES, EM APOIO Á RECONSTRUÇÃO DA FAMÍLIA.


CONVOCAÇÃO DE TODOS PSICÓLOGOS PRÓ-FAMÍLIA, ASSISTENTES SOCIAIS E EDUCADORES, EM APOIO Á RECONSTRUÇÃO DA FAMÍLIA.


NÃO SE ESQUEÇA DE VOTAR NA ENQUETE AO LADO:
VOCÊ DEIXARIA SUAS CRIANÇAS DE ‘UNS 8 ANOS’ BRINCAREM SEXUALMENTE EM PAZ?
FAÇA TAMBÉM UMA REFLEXÃO COM AS FOTOS NO RODAPÉ DESTE ARTIGO


Carta aberta a todos os psicólogos, educadores cristãos e/ou tradicionais de todo Brasil.

Por Marisa Lobo

Psicólogos pró-família, assistentes sociais e educadores em apoio à reconstrução da família.

Caros profissionais e/ou estudantes (Psicologia, Assistência
Social e Educação
) de todo Brasil,

Marisa LoboRecentemente, criamos um Corpo de Psicólogos Pró-Família para discutirmos vários assuntos ligados à família e ao seu bem-estar:

as afrontas que a família vem sofrendo pela mídia, o descaso da atual Psicologia e outras ciências afins, a tentativa de “desconstrução” da família e sua redução a um simples amontoado de pessoas.

Um dos fatores que me levaram à criação deste Corpo de Psicólogos Pró-Família é que precisamos questionar a ridicularização, a banalização de nossa fé. Como profissionais,
precisamos nos unir e exigir respeito na forma da lei, pois muitos profissionais e estudantes de todo o Brasil estão se escondendo por medo dos Conselhos e por não conhecerem seus direitos
adquiridos de manifestar sua fé e dar sua opinião, direitos esses afirmados pela Constituição, mas negados pela Psicologia e por outras profissões.

O meu caso foi declarado pela Ordem dos Advogados do Paraná como perseguição religiosa. O relatório oficial da OAB/PR foi amplamente divulgado na mídia, mas escondido pelo Conselho de Psicologia. Há, senhores, um conflito ético, e estamos lutando pela nossa liberdade.

É momento de nos unirmos e nos ajudarmos, requerendo nossos direitos sociais, ou seremos, por omissão, engolidos por uma mentira criada por uma militância política de um Conselho que tem se mostrado totalmente parcial, persecutório e, portanto, antiético.

Precisamos fortalecer o movimento Corpo de Psicólogos Pró-Família (CPPF), para viabilizarmos discussões e colaborarmos com a elaboração de leis que favoreçam a família brasileira como medida protetiva e preventiva contra as drogas, aborto, violência doméstica, ao mesmo tempo que promovam a sexualidade saudável. Não podemos aceitar a desconstrução da família natural e tradicional (biológica), nem a desconstrução de Deus (nossa fé), nem a desconstrução da sexualidade (heterossexual).

Nossa intenção não é fortalecer preconceitos, mas justamente sermos justos e diminuí-los. Precisamos deixar claro que, para direitos adquiridos, não precisamos destruir a família natural, tradicional, biológica, mas, sim, reconstruí-la como medida protetiva, pois entendemos que a família é um fator de proteção, mas também de risco. Assim, fortalecendo os laços afetivos das famílias, estaremos contribuindo com a sociedade e com o cidadão nas quatro dimensões – biológica, psicológica, social e espiritual – em que se insere a família.

Destacamos que quem mais sofre com essa tentativa de desconstrução são as crianças, jovens e
adolescentes desta Nação.

Entendemos a família como fator fundamental de proteção ao indivíduo e de sua ressignificação e resiliência, além de ser, igualmente, fator de combate ao preconceito. Por conseguinte, devemos lutar pela reconstrução da família, e não pela desconstrução proposta pela mídia, por grupos e pelas próprias profissões, muitas vezes contaminadas pelo relativismo que condenou o homem à escravidão da realização de desejos, que não
são necessariamente os ideais de todo cidadão, nem tampouco significam felicidade.

Chamo a todos os psicólogos e profissionais conclamados a que se posicionem como cristãos e defendam estas causas com sabedoria, mas sem medo de sofrerem retaliação, pois é nosso direito e dever preservar a família, e só conseguiremos este feito em união organizada.

INSCRIÇÃO NO CORPO DE PSICÓLOGOS PRÓ-FAMÍLIA

Estamos inscrevendo psicólogos, educadores, assistentes sociais e estudantes de todo o Brasil, para nos ajudarem com artigos e referências técnicas que questionem a nova Psicologia e as profissões, com o intuito de fortalecer os laços familiares e não aceitar ações e teorias falaciosas e tendenciosas, cujo objetivo é
destruir a família, apoiar o consumo de drogas, o aborto, a sexualidade do gênero neutro, a trigamia, enfim, sem valores nenhuns. Se não lutarmos contra isso, a referência de família acabará.
 
CONVOCAÇÃO
Convoco a todos que se importam com o tema a se inscreverem e a divulgarem esta ideia, reunindo o maior número possível de psicólogos no Brasil. Peço que divulguem este e-mail (marisalobo@psicologiacrista.com.br), pois vamos organizar encontros para essas discussões e precisamos da ajuda e da parceria de todos.



Precisamos questionar e denunciar estes pontos:

<!1.    professores que falam em sala de aula contra nossa fé e nos ridicularizam;
<!2.   professores que divulgam o ateísmo como estilo de vida e falam contra a fé em DEUS;
<!3.   profissionais que falam sobre o gênero neutro (precisamos questionar esse ponto e encontrar referências de onde vem) ;
<!4.   legalização de drogas (referências de texto que provem sua ação como benéfica);
<!5.   contra as comunidades terapêuticas (referência estudos, achismos);
<!6.   legalização do aborto (referências de estudos que provem que é benéfico, e como o psicólogo poderá dar um aval para tal ato, e a questão da não concordância do psicólogo com o ato, como proceder.);
<!7.   trigamia (como a Psicologia vê os problemas sociais e psicológicos gerados nos filhos de famílias trigâmicas, por exemplo);
<!8.   até que ponto o kit gay pode influenciar a criança (positiva ou negativamente; outra forma de evitar o preconceito sem correr o risco de incentivar o ato);
<!9.   perseguição de psicólogos (como os psicólogos têm se posicionado e como têm sido tratados por serem cristãos e/ou a favor da família tradicional);
<!10.  bullying  (todas as formas de bullying que sofrem os cristãos);
<!11.  sexualidade da criança (referências que provem que incentivar o toque no mesmo sexo é favorecimento da inteligência);
<!12.  família como fator de proteção (referência).

Literatura
Precisamos de literatura de tudo o que for ligado a esses assuntos. Escrever um texto e mandar pelo e-mailmarisalobo@psicologiacrista.com.br, para divulgação entre o grupo e para dar apoio aos estudantes.

Incentivar temas para monografias e/ou trabalhos de conclusão de curso

Incentivar alunos da graduação e/ou pós-graduação, mestrado e doutorado a fazerem monografias ou TCCs ligados a temas como:
 
: importância da fé no processo terapêutico (ou algo referente à fé).
Gênero Neutro: a questão do gênero neutro e como essa forma de pensar, como esse movimento pode prejudicar a saúde mental e a sexualidade da criança.
Drogas: questões sobre prejuízos cognitivos, comportamentais, sociais, saúde mental, relações, motivação, etc.
Aborto: complicação, síndrome do suicídio, sociedade, etc.
Sexualidade da infância: transtornos, conflitos.
 
Perseguição Religiosa
Precisamos incentivar nossos profissionais a se imporem em salas de aula. Precisamos denunciar toda forma de preconceito sofrido por alunos e professores em sala de aula, bem como profissionais em locais de trabalho.

Questionamento
Cada um que tiver um questionamento traga ao grupo, para que nos ajudemos mutuamente com material e referências, divulgando entre nós textos principalmente da Psicologia pura, e não desses movimentos anticientíficos de hoje.

Reuniões do Conselho de sua cidade:
Precisamos organizar reuniões do Conselho de Psicologia de seu Estado, para questionar essas novas teorias e movimentos e suas técnicas, e não achismos, pois a Psicologia de hoje está totalmente contaminada por falácias e ideias sem fundamentação teórica.

Encontros Estaduais e Nacionais
Temos que organizar encontros estaduais e nacionais para discutir essas questões. Precisamos de uma representante em cada Estado, para organizar os trabalhos estaduais

Precisamos de voluntários
Jornalistas
Designer para melhorar nosso site e rede social
Advogados
Secretárias

Meus endereços:

@Marisa_lobo
Marisalobopsic
41-78173494

Grata
Marisa Lobo, psicóloga e cristã


Corpo de Psicólogos Pró-Família

Nome
Data de nascimento
Cidade onde mora
Endereço
Curso e/ou profissão
Faculdade
Período do curso
Ano da formatura
Idade
e-mail
Fones
Igreja a que pertence
Fone
Pastor e/ou padre, se tiver

Que DEUS nos abençoe .
A família é a instituição criada por Deus, e vamos defendê-la!
Att,
Marisa Lobo

"ADENDO: A ADHT, Associação para Defesa da Heterossexualidade, da Família e Casamento Tradicionais; contra o aborto; e combate a quaisquer crimes de discriminação, de perseguição religiosa e outros; apoia integralmente esta iniciativa e dispõe de seus meios de comunicação para ajudar a conscientizar os cristãos Brasileiros e desafiá-los a fazer diferença e trabalhar para defender nossos princípios familiares, morais e cívicos para consolidação da democracia Brasileira. 

Endossamos o Desafio a todos os profissionais das áreas de 
Psicologia,Assistência Social e Educação de todo Brasil a participarem em todos estes eventos. Faça o máximo esforço possivel, não fique fora. Envie um email com seus dados agora mesmo ao email marisalobo@psicologiacrista.com.br.



VAMOS IMPACTAR O BRASIL E A AMÉRICA LATINA


Karl Marx afirmou que “para criar um perfeito Estado socialista, você deve destruir a família. Você tem que pôr o governo e sua autoridade acima dos pais na educação dos filhos".
“Para o triunfo do mal só é preciso que os homens de bem não façam nada”.
(Edmund Burke).


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AGORA RESPONDA PARA SI MESMO:
QUAL DESTAS MULHERES VOCÊ QUER EM PROJETOS PARA O NOSSO PAÍS?


Marisa Lobo 
OU 
QUERO FAZER PORNÔ